<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4420099751358853566</id><updated>2011-09-18T12:30:41.368-07:00</updated><category term='Procuro um álbum'/><category term='Augusta Candiani BIO'/><title type='text'>AUGUSTA</title><subtitle type='html'>a ópera, o teatro e a música de AUGUSTA CANDIANI na Corte de D Pedro II</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://augustacandiani.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4420099751358853566/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://augustacandiani.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>STARK!</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-nYG86XB013I/TnZCEdj4lBI/AAAAAAAAGQo/AkfC5-uNvJE/s220/papilon%2B%25285%252928.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>5</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4420099751358853566.post-5918546836894894930</id><published>2010-10-04T19:29:00.000-07:00</published><updated>2010-10-04T20:15:09.852-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Augusta Candiani BIO'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_IxV67tX2l1E/SAT4b61EjoI/AAAAAAAABE4/sCzjoUPGfRc/s1600/candiani3.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/_IxV67tX2l1E/SAT4b61EjoI/AAAAAAAABE4/sCzjoUPGfRc/s320/candiani3.JPG" width="196" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_IxV67tX2l1E/SG0LxLkqjiI/AAAAAAAABgU/FUUuhiAKYsg/s1600/teatro+sao+pedro+com+ilumina%C3%A7%C3%A3o+.jpeg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Augusta Candiani foi uma das artistas mais reverenciadas do Segundo Reinado. Do estrondoso sucesso de início de carreira em 1844, quando aqui representou o papel título da ópera &lt;i&gt;Norma &lt;/i&gt;de Vicenzo Bellini, passou a outros gêneros - cantou de árias a modinhas, viajou com uma companhia dramática a várias cidades do Brasil; foi atriz e professora de canto no Rio Grande do Sul e ao final da carreira representou em elencos de mágicas, vaudevilles e operetas – construindo uma curva coincidente com o próprio gosto das platéias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, resgatar essa trajetória é percorrer também a história do teatro e da música no Brasil através de uma voz soprano - uma figura feminina de extrema força romântica, a mais viva encarnação desse espírito, conforme bem observa sobre Candiani o musicólogo Luiz Heitor na obra 150 anos de Música no Brasil: “uma jovem italiana que revolucionou os inflamáveis corações da juventude romântica com a sua arte refinada e pujante. Ela mesma era a mais viva encarnação do espírito romântico, generosa, impulsiva, mais dócil aos caprichos do coração do que aos apelos da razão”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;História de uma artista do passado que nos surpreende com sua forte marca de impetuosidade também na vida pessoal – se divorciando de seu marido italiano para se casar com um brasileiro, compositor de modinhas e empresário de teatro. Viveu seus últimos dias em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio de Janeiro, no ostracismo, e em casa doada pelo Imperador D. Pedro II, padrinho de sua primeira filha. Um personagem dramático e lírico que percorreu uma trajetória rica em desdobramentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A múltipla figura artística de Augusta Candiani pode ser considerada símbolo de alvorada e ocaso do Segundo Reinado. A artista viveu estrondoso sucesso em 1844 até a discreta atividade artística em 1880, vindo a falecer três meses após a proclamação da República. Para nós, essa trajetória representa a relação entre arte e vida, indivíduo e história social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A atuação de atores e atrizes na história do teatro tem sido fonte de pesquisas relevantes na historiografia referente ao século XX; sobre atores e atrizes do século XIX, entretanto, comparativamente, pouco se tem pesquisado. Acreditamos que, ao apreender a trajetória de atores, revelamos aos olhos contemporâneos modos e práticas de produção e estética que de outro modo não seria possível expor. E valorizamos um período inaugural dos conceitos de identidade e cultura brasileira. Augusta Candiani transitou entre vários gêneros e viajou a outras cidades do Brasil e ao interior do Estado do Rio de Janeiro, o que nos permite investigar e pôr a luz também a produção de teatro e música nessas localidades e as características dos mercados de trabalho existentes para um artista no século XIX.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A motivação original para buscar essa história partiu de uma percepção bastante clara: o repertório artístico de Augusta Candiani identificava-se com as etapas e modos de produção dos gêneros de música e teatro da segunda metade do século XIX. Portanto, investigar e percorrer essa trajetória se torna contribuição importante à história do teatro e da música do Brasil no século XIX.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma segunda motivação, refere-se ao fato de que, até onde sabemos, não há qualquer obra publicada sobre a vida e a carreira de Augusta Candiani no Brasil, apesar das diversas referências - nem sempre extensa e cuidadosa - encontrarmos sobre sua atuação artística na bibliografia histórica e literária referente a esse período.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cantora atuou do lírico ao dramático, da modinha à ária, da opereta à mágica, adotando, como atriz e cantora, um trânsito de gêneros raro às artistas de sua época. E essa multiplicidade faz a sua históriaser objeto rico para diversas linhas de pesquisa. Para os estudos em teatro e música, especialmente as mais ricas expressões desse trânsito, essa multiplicidade artística configura-se pela atuação em diversos gêneros, sempre como atriz e/ou cantora. Com a publicação desse trabalho, acreditamos que cobrimos uma lacuna histórica.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4420099751358853566-5918546836894894930?l=augustacandiani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4420099751358853566/posts/default/5918546836894894930'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4420099751358853566/posts/default/5918546836894894930'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://augustacandiani.blogspot.com/2008/04/projeto-de-publicao.html' title=''/><author><name>STARK!</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-nYG86XB013I/TnZCEdj4lBI/AAAAAAAAGQo/AkfC5-uNvJE/s220/papilon%2B%25285%252928.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_IxV67tX2l1E/SAT4b61EjoI/AAAAAAAABE4/sCzjoUPGfRc/s72-c/candiani3.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4420099751358853566.post-6181968994843659369</id><published>2010-06-30T18:38:00.001-07:00</published><updated>2010-10-04T19:20:54.593-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Procuro um álbum'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Augusta Candiani BIO'/><title type='text'>APRESENTANDO</title><content type='html'>&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;Esse blog é referente ao livro biográfico que estou finalizando sobre a cantora lírica e atriz italiana Augusta Candiani.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;Serve a mim como apresentação, release e divulgação desse meu trabalho, quando necessário.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;Clique no menu acima e BOA VIAGEM!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://andreacarvalhostark.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;b&gt;Andrea Carvalho Stark&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://andreacarvalhostark.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;http://andreacarvalhostark.blogspot.com/&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;b&gt;Rio de Janeiro, Brasil&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:agrinalda@gmail.com"&gt;&lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;agrinalda@gmail.com&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4420099751358853566-6181968994843659369?l=augustacandiani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4420099751358853566/posts/default/6181968994843659369'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4420099751358853566/posts/default/6181968994843659369'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://augustacandiani.blogspot.com/2010/06/blog-post.html' title='APRESENTANDO'/><author><name>STARK!</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-nYG86XB013I/TnZCEdj4lBI/AAAAAAAAGQo/AkfC5-uNvJE/s220/papilon%2B%25285%252928.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4420099751358853566.post-6057072726995619416</id><published>2008-05-06T08:45:00.000-07:00</published><updated>2010-06-30T18:23:02.813-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Augusta Candiani BIO'/><title type='text'>bio</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Augusta Candiani&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Carlotta Augusta Angeolina Candiani - Itália, Milão, 03 de abril de 1820 – Brasil, Rio de Janeiro, 28 de fevereiro de 1890&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na história do teatro e da música no Brasil, a cantora lírica e atriz AUGUSTA CANDIANI nem sempre é referência em grande destaque. Entretanto, estudando sua trajetória de arte e vida nos deparamos com o próprio densenrolar dos modos de produção e criação artística na música – modinhas e ópera italiana – e no teatro - peças realistas e francesas, comédias, operetas, mágicas - do século XIX. Portanto, não hesitamos em afirmar que nenhuma história do nosso teatro ou da música deste período estará completa se não houver ao menos um capítulo sobre sua história, sua vida, sua voz. Mas como é possível ouvir a voz – algo de imensa fugacidade que o tempo não guarda? A voz de outrora são palavras hoje, pois quem fornece a dimensão da arte de Candiani são alguns poetas anônimos que publicavam versos em sua homenagem ou jovens românticos, como Machado de Assis. Augusta Candiani foi, dentre as primas donas de seu dileto afeto, a mais citada em crônicas, romances e poesias. Por exemplo, as crônicas da revista "A Semana", o conto "Verba Testamentária" e o romance "Memórias Póstumas de Brás Cubas” e talvez uma de suas primeiras poesias seja mesmo dedicada à cantora - “À Augusta”, de 1859. Não só o bruxo do Cosme Velho, mas também Joaquim Manoel de Macedo em seu romance “O Moço Loiro” e Martins Pena em seus “Folhetins” registraram a comoção que a prima-dona italiana causava nas platéias românticas. O Império e seu jovem imperador D. Pedro II aplaudiram embevecidos a sua voz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em dezembro de 1843, a então jovem de 23 anos, já casada com o farmacêutico Gioacchino Candiani Figlio,chega ao Rio de Janeiro como a prima-dona da Companhia Italiana de Ópera. Sua estréia ocorre em 17 de janeiro de 1844, no Teatro São Pedro de Alcântara. A Companhia apresenta a primeira montagem no Brasil da ópera “Norma” de Vicenzo Bellini (1801-1835) e Candiani interpreta o papel título. A partir de então, a ópera italiana assume um lugar de extrema importância no cenário artístico da Corte –inclusive inspirando músicos brasileiros a iniciar o movimento da Ópera Nacional. Era o Rio de Janeiro, sem dúvida, a cidade da ópera. A ária “Casta-Diva” torna-se bastante conhecida através da interpretação de Candiani, influenciando a composição de modinhas baseadas no tema e na composição de Vicenzo Bellini.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da ópera, Candiani também cantou modinhas – transpondo as barreiras entre o erudito em língua italiana e o popular em língua portuguesa. Esse gênero de música popular a soprano italiana teve a primazia de levar ao palco do teatro nos entreatos das óperas. Fato este que ocorreu pela primeira vez em 1845, quando Candiani cantou no Teatro São Januário a modinha “A Sepultura de Carolina”, letra de Lemos de Magalhães com música de M. Rafael.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em março de 1844 nasce sua primeira filha, Theresa Christina Maria Candiani Figlio, batizada com o nome de sua madrinha, a Imperatriz Theresa Christina, D. Pedro II era também padrinho da menina. Em 1846, já se encontra separada de seu marido italiano e convive com o compositor de modinhas José de Almeida Cabral. O episódio causou inúmeros constrangimentos na época, com cartas de Gioacchino publicadas em jornais revelando publicamente os desagravos com a ex-esposa. O divórcio retirou de Augusta todos os seus bens e a guarda de sua filha. A cantora se afasta do centro da Corte e passa a cantar em outros palcos, viajando pelo interior fluminense, São Paulo, Minas Gerais, Pernambuco, onde se apresentou no importante Teatro Santa Isabel, em Recife.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Empresariada pelo seu segundo marido, Candiani atua na Companhia Dramática Cabral. Junta-se a essa Companhia a atriz Maria Augusta, sua filha com Cabral. Atuando como atriz dramática por várias cidades brasileiras, Candiani nunca deixou de cantar modinhas ou árias de seu repertório romântico que incluía principalmente obras de Gaetano Donizetti e Vicenzo Bellini. Deste modo, levava o teatro e a música da Corte para outros recantos do país. No Rio Grande do Sul, onde estabeleceu residência, trabalhou como professora de canto e é presença sempre citada quando se revê a história do teatro do século XIX nas cidades de Rio Grande, Porto Alegre e Pelotas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando ao Rio de Janeiro em 1877, Augusta Candiani passou a atuar em pequenos papéis de comédias, mágicas e operetas, trabalhando inclusive com o grande ator de comédia na época, Francisco Corrêa Vasques, e com o empresário Jacinto Heller, mantendo-se na cena artística até o ano de 1880. É esse o período em que Augusta Candiani retira-se do teatro e passa a viver em Santa Cruz, Rio de Janeiro, em casa doada pelo Imperador. Falece aos sessenta e nove anos, três meses após a proclamação da República, longe da fama e do prestígio que lhe dera o título de “Diva”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Verbete de ANDREA CARVALHO (STARK)publicado no &lt;em&gt;Dicionário Mulheres do Brasil – de 1500 até a atualidade&lt;/em&gt;. Biográfico e ilustrado, organizado por Schuma Schumaher e Érico Vital Brasil, Jorge Zahar Editor, 2000. Atualizado e revisto em agosto de 2007 pela autora.&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4420099751358853566-6057072726995619416?l=augustacandiani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4420099751358853566/posts/default/6057072726995619416'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4420099751358853566/posts/default/6057072726995619416'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://augustacandiani.blogspot.com/2008/05/augusta-candiani.html' title='bio'/><author><name>STARK!</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-nYG86XB013I/TnZCEdj4lBI/AAAAAAAAGQo/AkfC5-uNvJE/s220/papilon%2B%25285%252928.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4420099751358853566.post-4114473594444249157</id><published>2008-04-15T10:36:00.000-07:00</published><updated>2010-09-20T05:14:26.627-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Procuro um álbum'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Augusta Candiani BIO'/><title type='text'>Um equívoco da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro?</title><content type='html'>Refiro-me exclusivamente a uma foto da Biblioteca Nacional que é amplamente divulgada como sendo de Augusta Candiani. Há vários trabalhos que reproduzem essa imagem, cito dois: o livro de Luiz Antonio Giron, &lt;i&gt;Minoridade crítica&lt;/i&gt;, e a exposição que a Academia Brasileira de Letras exibiu na ocasião do centenário de Machado de Assis. Essa confusão que insiste é graças ao jornalista Bricio de Abreu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A foto em questão foi identificada como de Augusta Candiani pelo jornalista Bricio de Abreu que escreveu uma reportagem sobre a cantora para a Revista O CRUZEIRO na década de 1950. Ele informa que essa foto fazia parte dos arquivos do fotógrafo parisiense Charles Lizerolles. E a foto é do ano de 1853. Em 1853, Candiani não estava em Paris. Se esteve em alguma época,foi antes da sua viagem ao Brasil, momento em que teria uma imagem mais jovem, contrária a mais madura da imagem da Biblioteca Nacional, isso se fosse possível fotografar uma pessoa em 1843 com a definição que temos naquela imagem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito que essa foto seja de uma outra Candiani. Em setembro de 1854, &lt;b&gt;Maria Stella Candiani&lt;/b&gt; estréia no Teatro Lírico, junto a também soprano Rachel Agostini de Almeida, mãe de Angelo Agostini, caricaturista de importância na imprensa do século XIX - o pioneiro da caricatura crítica no Brasil. Maria Stella Candiani havia sido contratada em Paris. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encontramos Maria Stella nos jornais da época sempre sob críticas negativas a seu trabalho e sem nenhum comentário que a relacionasse a Augusta Candiani, que não era tão lembrada como outrora. Na família descendente de Candiani, ninguém cita Maria Stella. Mas foi essa Maria Stella Candiani que veio de Paris e ficou pouco tempo por aqui, nos anos de 1858 e 1859 se encontra em elencos europeus, se apresentando em Turim. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conversei longamente com a responsável técnica pelo acervo fotográfico da Biblioteca, Suzana. Concordamos - em uma visual análise comparativa - que a foto do arquivo de Bricio de Abreu não se parece com as demais que tenho de fontes mais seguras. O formato do rosto é totalmente diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho coincidência demais: fotógrafo parisiense, Maria Stella contratada em Paris um ano depois do divulgado como sendo o da foto (1854), mesmo sobrenome. Brício de Abreu equivocando-se em vários detalhes da vida de Augusta Candiani na tal reportagem para a revista O Cruzeiro. Foi a foto, mais um equívoco, assim acreditamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou quase certa de que Bricio de Abreu fez uma confusão e publicou a foto de Maria Stella Candiani como se fosse Augusta Candiani. Um dado irá resolver de vez a questão: encontrar a fonte de Lizerolles. E ver se encontramos a tal foto e com qual referência. Faremos isso em breve. Já estamos com buscas em Paris pois aqui no Brasil não existe a tal obra de de onde Abreu tirou a foto para ilustrar sua reportagem.&lt;br /&gt;ESPERO que provado e documentado, a Biblioteca Nacional repare LOGO o equívoco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por enquanto, ficamos com essa quase certeza:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;MARIA STELLA CANDIANI&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_IxV67tX2l1E/RrPf1ikOWCI/AAAAAAAAAGk/bvTOwxWE26I/s1600-h/AugustaCandiani.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5094661714390964258" src="http://bp1.blogger.com/_IxV67tX2l1E/RrPf1ikOWCI/AAAAAAAAAGk/bvTOwxWE26I/s400/AugustaCandiani.jpg" style="float: left; margin: 0px 10px 10px 0px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="border: medium none; clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border: medium none; clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;AUGUSTA CANDIANI, acervo de família, imagem que também consta no arquivo da Biblioteca Nacional, graças a doação de um familiar, mas não é divulgada para reprodução.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_IxV67tX2l1E/RrPgJSkOWDI/AAAAAAAAAGs/hKWmcbRebhU/s1600-h/quadro+de+Candiani+cortepb.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="400" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5094662053693380658" src="http://bp0.blogger.com/_IxV67tX2l1E/RrPgJSkOWDI/AAAAAAAAAGs/hKWmcbRebhU/s400/quadro+de+Candiani+cortepb.jpg" style="float: left; margin: 0px 10px 10px 0px;" width="245" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4420099751358853566-4114473594444249157?l=augustacandiani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4420099751358853566/posts/default/4114473594444249157'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4420099751358853566/posts/default/4114473594444249157'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://augustacandiani.blogspot.com/2008/04/um-possvel-equvoco-da-biblioteca.html' title='Um equívoco da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro?'/><author><name>STARK!</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-nYG86XB013I/TnZCEdj4lBI/AAAAAAAAGQo/AkfC5-uNvJE/s220/papilon%2B%25285%252928.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_IxV67tX2l1E/RrPf1ikOWCI/AAAAAAAAAGk/bvTOwxWE26I/s72-c/AugustaCandiani.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4420099751358853566.post-987722282969281266</id><published>2008-04-09T11:58:00.000-07:00</published><updated>2010-10-04T20:04:10.979-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Procuro um álbum'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Augusta Candiani BIO'/><title type='text'>O álbum perdido de Augusta Candiani</title><content type='html'>Estou buscando localizar um documento histórico referente à atriz e prima-dona do século XIX, Augusta Candiani (Milão, 1820- Rio de Janeiro, 1890). Sua carreira na ópera e no teatro dramático do Brasil foi tema de minha dissertação de mestrado em História e Historiografia do Teatro Brasileiro, defendida pela Escola de Teatro da UNIRIO em 2004.  Agora estou  finalizando um livro biográfico, a partir do material reunido em mais de dez anos de pesquisa sobre o tema. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que procuro é um álbum de recordações que a cantora possuía, no mínimo  a partir de 1845, e que contém poemas em sua homenagem, autógrafos e desenhos. Inclusive consta nesse álbum um único desenho localizado no Brasil, em 1963, do pintor suiço Louis Buvelot, descoberta que mereceu uma notícia do jornal O GLOBO da época (“A embaixada da Austrália localizou no Rio apenas uma obra do pintor Buvelot”. Jornal O Globo, 08 de fevereiro de 1963). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O álbum é um caderno de recordações que pertencia à cantora, algo muito comum entre artistas no século XIX. Segundo Escragnolle Doria, na reportagem que escreveu sobre o álbum para a Revista da Semana em 1922 (“O álbum da Candiani”. IN Revista da Semana, no. 50, ano XXIII, 09/12/1922), há nele “produções devidas ao talento de artistas conhecidos, outras de curiosos de talento, de vocações ignoradas. Augusto Muller, José Reis de Carvalho, professores, e dos bons, da Imperial  Academia de Belas Artes desenharam no álbum; aquele a lápis, Cristo coroado de espinhos; este, a aquarela, umas parasitas. Buvelot, também artista de nota, reproduziu a lápis, com a data de 1849, um trecho da nossa natureza, talvez nas cercanias do Corcovado. J. C. Guillobel concorreu à farta e com muita arte para a ilustração do álbum”. Dória reproduz em seu artigo duas páginas do álbum, informando que os textos estavam escritos e ilustrados a “nanquim e ouro”. &lt;br /&gt;O  álbum fazia parte do acervo do marchand Jorge Getulio Veiga. Tenho também a informação de que a Editora Quinta Cor, no Rio de Janeiro, especializada em livros de arte, teve o álbum em seu escritório por um tempo, pois tinha interesse em publicar obras que lá constavam. Essa editora não existe mais. Na verdade, não tenho certeza se o álbum retornou ao marchand, que o havia cedido à editora para reprodução. Após o  falecimento de Jorge Getulio Veiga, em 1997, e tempo depois o de sua esposa, acredito que tenha se tornado item de inventário. Já procurei por telefone e carta um de seus filhos, Antonio Carlos, residente na Rua Pompeu Loureiro em Copacabana, entre 2000 e 2002, mas nenhum retorno tive. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um documento histórico importante, talvez vendido, talvez em mãos de algum herdeiro de Jorge Getulio Veiga, talvez desmembrado, talvez perdido, talvez com alguém da Editora Quinta Cor ou com alguém que desconheça a sua importância.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir das datas e autógrafos que constam nesse álbum, poderei ter mais um índice das relações e dos lugares por onde Augusta Candiani esteve, a repercussão de suas apresentações, os contatos e a rede de relações que ela construiu  em seu tempo. O meu interesse, enfim, é para pesquisa, consulta e localização de um documento de referência histórica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andrea Carvalho Stark&lt;br /&gt;pesquisadora e professora&lt;br /&gt;Letras e Artes Cênicas  &lt;br /&gt;Rio de Janeiro – Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://augustacandiani.blogspot.com/&lt;br /&gt;agrinalda@gmail.com &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Setembro de 2010&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4420099751358853566-987722282969281266?l=augustacandiani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4420099751358853566/posts/default/987722282969281266'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4420099751358853566/posts/default/987722282969281266'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://augustacandiani.blogspot.com/2008/04/um-lbum.html' title='O álbum perdido de Augusta Candiani'/><author><name>STARK!</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-nYG86XB013I/TnZCEdj4lBI/AAAAAAAAGQo/AkfC5-uNvJE/s220/papilon%2B%25285%252928.jpg'/></author></entry></feed>
